Marília Wolff
proposta
direção 01

Trabalho, corpo e limite.

Psicoterapia para adultos que funcionam muito, sustentam muito e começam a perceber que a relação com o trabalho está cobrando um preço.

Esta versão transforma a experiência da Marília com cultura, liderança, saúde mental e riscos psicossociais em uma escuta clínica para pessoas em contextos de alta exigência.

Retrato profissional de Marília Wolff em ambiente corporativo
01 alta exigência
tese clínica

A dor não é só trabalhar demais. É não saber quem se é quando não se está entregando.

A versão v1 fala com adultos competentes, responsáveis e adaptados demais, que começam a perceber sinais de exaustão, culpa, ansiedade, irritação, perda de sentido ou dificuldade de sustentar limites.

Para quem é

  • Pessoas que sentem que estão sempre em dívida com o trabalho.
  • Adultos que descansam, mas não se recuperam.
  • Profissionais que associam valor pessoal à produtividade.
  • Pessoas que percebem o corpo avisando antes da decisão consciente.

O conflito central

Eu quero desacelerar, mas sinto culpa. Quero crescer, mas não quero adoecer. Quero ser reconhecida, mas estou me perdendo para merecer reconhecimento.

Essa rota não vende performance. Ela oferece elaboração, consciência, limite e cuidado psicológico.
escuta da Marília

A Marília pode escutar o sujeito e o sistema que ele aprendeu a carregar.

Cultura internalizada

Muitas pessoas passam a falar consigo com a voz do ambiente: dê conta, não pare, não demonstre fraqueza, responda rápido, seja útil.

Limite como construção psíquica

Dizer não pode ativar medo de perda, vergonha, rejeição, culpa ou sensação de deixar de ter valor. Por isso limite não é técnica simples.

Corpo como evidência

Insônia, tensão, falta de ar, irritação e distanciamento afetivo entram como parte da narrativa clínica, não como ruído de produtividade.

por que sustenta

A trajetória da Marília dá autoridade para não simplificar o sofrimento do trabalho.

Saúde mental Atuação com saúde mental, bem-estar, segurança psicológica e riscos psicossociais em organizações complexas.
Cultura Vivência longa em cultura organizacional, clima, liderança e transformação.
Diagnóstico Entrevistas, grupos focais, dados qualitativos e quantitativos para compreender padrões humanos.
Sistemas Formação sistêmica e experiência em ambientes onde pessoas, papéis e contextos se atravessam.
visual e captação

A identidade é quente, clínica e madura: acolhimento sem fragilidade.

Atmosfera

Vinho, cobre e marfim criam profundidade emocional. A fotografia no ambiente profissional conecta a Marília ao mundo do trabalho sem transformar a página em consultoria corporativa.

Estratégia inicial

  • Instagram com identificação: exaustão, limites, culpa, corpo e trabalho.
  • Site como aprofundamento para quem sentiu que a fala nomeou algo real.
  • Triagem ética para avaliar demanda, risco e adequação do atendimento.

Pergunta para a Marília: esta é a linha mais clara para começar?

v1 é a opção com maior clareza de público e captação. O cuidado é não reduzir a marca a “burnout”; a força real está em trabalho, identidade, limite, corpo, reconhecimento e vida psíquica em alta exigência.